terça-feira
contigo já não...
já não me consigo zangar contigo... devagarinho vou puxando a ficha da corrente... já houve tempos em que me zangava, em que te dizia, em que me perdia no teu olhar à procurar o que lá no fundo havia... hoje já não consigo... estou triste contigo, porque estás a perder tudo, porque queres, porque escolhes, porque tens vontade, porque tens direito... mas não já não estou zangada contigo, estou apenas triste, porque perdes quando escolhes ficar de olhos fechados, a olhar para dentro de ti e não vês nada do que se passa à tua volta... como alguém se zanga com outro alguém por escolhas conscientes? só enquanto sentimos que podemos fazer algo por esse alguém... e não, já não há nada que possa fazer por ti..
de costas voltadas
há dias que me zango contigo, que me revolto porque não vês... como se um manto te tapa-se a cara tal qual quando eras pequena em tamanho.. em que acreditas e tornas a acreditar que a vida sabe o que faz... em que te convences que os sapatos que trazes calçados não te magoam os pés, mesmo que um dia te tenhas apaixonado por eles naquela montra e tenhas dado couro e cabelo por eles... bem sei que achavas, mesmo lá no fundo que precisavas deles, que eles te iriam mudar a forma de ver a vida, te fazer acreditar... e fizeram... acreditar que eram lindos e também que fazem bolhas e crostas, mas voltaste a acreditar que isso era coisa para gente fraca... o que são crostas afinal... eram lindos... chegava algumas horas que às escondidas os tiravas, que tinhas dúvidas, mas qual quê... tinhas de usar, tu a super que é capaz de tudo... mas chega a noite e a única coisa que sentes é o peso deles mesmo quando te descalças... choras as mazelas e eles continuam ali lindos, bem tratados, confortáveis... e tu? quando vais aceitar que precisas de estar descalça e sentir o chão? aquele que é quente, frio, mas que te faz sentir tão livre que podes fazer o que quiseres, até dançar... naquela noite em que os tiraste e pisaste a praia e não os querias voltar a calçar, percebeste tanto... mas... o mas é sempre uma grande merda... estou mesmo zangada contigo. e não sei se continuares assim, se me apetece fazer as pazes...
Imagem retirada da Internet
segunda-feira
Ser criança...
"Uma criança pequena costuma rir mais de quatrocentas vezes por dia e um adulto dezassete." Porque queres crescer então? Se te conseguisses lembrar sempre como é bom ser criança não te atrevias a crescer!
#projectodefelicidade
#projectodefelicidade
domingo
No intermédio...
"(...) é no intermédio que o amor se testa, se prova, se agiganta. o amor de quem atravessa a ponte, que tem de carregar uma vida, os laços de uma família, de uma terra, que se leva nos ombros, devagar, passo a passo. ponte dura de passar, cheia de cordas que prendem atrás. mas cheia de esperanças que nos ligam ao futuro. e aqui, é a certeza do que se quer, a certeza do que nos faz verdadeiramente feliz, que nos dá força. e é aqui que se prova ao outro lado tudo o que se quer. a prova mais imensa: quando alguém está disposto a mudar uma vida por amor. é no intermédio que o amor se testa, se agiganta - também muito o amor de quem está do outro lado da ponte, a puxar, a gritar, a chorar, a sorrir. a dar o peito a todas as facas, a segurar todas as cordas ainda presas. a pedir: deixa-me trazer-te ao colo, a ti e a a todas as tuas malas. a pedir: deixa-me ser o braço que sempre achaste que não precisavas. mas por respeito, a não impor. mas por respeito, a não sobrepor. apenas a dar a mão. apenas a amar. apenas a vibrar. apenas a desejar. apenas a querer ser tudo. já."
(as palavras que podiam ser minhas se eu soubesse escrever assim)
(as palavras que podiam ser minhas se eu soubesse escrever assim)
sexta-feira
Insatisfeita
As pessoas que convivem comigo na sua generalidade me caraterizam como uma insatisfeita... E eu pergunto, quantas pessoas que conhecemos se consideram satisfeitas? "Como vais? Andando"
Elá, alto grau de satisfação! Reclamam que estão gordas, magras, mal amadas, chateadas com o tempo, com o café que está quente demais, da comida que está fria, do chefe, do dinheiro, da vida... Quantas? Mas essas são normais, não são insatisfeitas aos olhos dos comuns, simplesmente porque apenas se queixam, não fazem absolutamente nada para se sentirem mais satisfeitas. "É assim a vida, temos de nos habituar." Mas quem definiu isso? Se a malta apenas se mexer para se coçar ninguém tem culpa... Quando se pertence ao clube dos insatisfeitos assumidos, não reclamamos para sermos vítimas, para fazer conversa, para gastar tempo, fazemos para mudar, procurar satisfação... Muitas vezes batemos com os cornos na parede, mas não foi quando nos baixamos para coçar a micose...
Assim como numa reunião dos IA: o meu nome é Rute Borges e sou Insatisfeita, há quase 38 anos e não procuro cura, procuro abraçar o mundo, mas todo aquele que a minha insatisfação comandar.
(Por vezes apanho uma doença, inércia que dá cabo de mim, se alguém souber onde são as reuniões dos inertes anónimos me forneça o contacto sff, só para levar uns empurrões).
Elá, alto grau de satisfação! Reclamam que estão gordas, magras, mal amadas, chateadas com o tempo, com o café que está quente demais, da comida que está fria, do chefe, do dinheiro, da vida... Quantas? Mas essas são normais, não são insatisfeitas aos olhos dos comuns, simplesmente porque apenas se queixam, não fazem absolutamente nada para se sentirem mais satisfeitas. "É assim a vida, temos de nos habituar." Mas quem definiu isso? Se a malta apenas se mexer para se coçar ninguém tem culpa... Quando se pertence ao clube dos insatisfeitos assumidos, não reclamamos para sermos vítimas, para fazer conversa, para gastar tempo, fazemos para mudar, procurar satisfação... Muitas vezes batemos com os cornos na parede, mas não foi quando nos baixamos para coçar a micose...
Assim como numa reunião dos IA: o meu nome é Rute Borges e sou Insatisfeita, há quase 38 anos e não procuro cura, procuro abraçar o mundo, mas todo aquele que a minha insatisfação comandar.
(Por vezes apanho uma doença, inércia que dá cabo de mim, se alguém souber onde são as reuniões dos inertes anónimos me forneça o contacto sff, só para levar uns empurrões).
quinta-feira
Disparates
Gosto de guardar tempo para fazer disparates (prefiro o termo guardar e não gastar, talvez porque nada do que está gasto me dá prazer)... Quando o fazemos, pegamos aos outros tal qual uma gripe, mas daquelas gripes boas (que não existem, apenas na minha imaginação) que tendo como efeito dominó torna a nossa vida e a dos outros mais divertida... Há quem se vacine e decida que não se quer infetar, nada contra, embora acredite que não consegue sair do lugar quem gasta tempo parado... Guardo tempo a observar o ridículo das coisas e deixo-me contaminar e aprendo a rir com a idiotice que a vida nos devolve tantas vezes... Depois observo as vacinadas... É assustador como pessoas tão perto de nós se podem tornar estranhos... Eu que nunca fui contra as vacinas, acho que aquela que os adultos decidem tomar sem indicação médica, um tipo de automedicação que torna as pessoas sérias, feias, medonhas... Sou um pouco anormal, mas no fundo não passa tudo de uma escolha, certo? Benevenuto alla mia vita, anormale!
#permite-te
#permite-te
terça-feira
CRIANÇAS AMADAS SE TORNAM ADULTOS QUE SABEM AMAR
“Nós somos seres emocionais que aprendemos a pensar, e não máquinas pensantes que aprendem a sentir.” – Stanislawski Bachrach
Nossas primeiras experiências com o mundo marcam o nosso desenvolvimento emocional. Na infância, uma rede que ligará o nosso corpo e mente será tecida, e determinará em grande parte o desenvolvimento da nossa capacidade de sentir e amar.
Neste sentido, o nosso crescimento emocional dependerá de nossas primeiras trocas emocionais, que nos ensinam o que ver e não ver no mundo emocional e social em que vivemos.
Assim, o campo da nossa infância nos permite semear as sementes do amor de forma natural, o que vai determinar que a capacidade de amarmos e ser amados cresça saudável e nos ajude a crescer.
Se alimentamos as crianças de amor, os medos vão morrer de fome
Amostras de amor e carinho elevam a autoestima em crianças e as ajudam a construir uma personalidade emocionalmente adaptada e inteligente. Ou seja, o nosso amor ajuda-as a gerenciarem medos naturais que surgem em diferentes idades, incentivando um nível saudável de sensibilidade.
As crianças têm uma confiança natural. Na verdade, nos surpreende ante dificuldades insuperáveis e fracassos repetidos, não desistam. Em outras palavras, persistência, otimismo, automotivação e entusiasmo são qualidades inatas.
“Neste sentido, é o mundo, ou melhor, os adultos, que minam a inteligência emocional com a qual nascemos.”
Perceber isso nos ajuda a estarmos cientes de que amarmos nossos filhos e educá-los com respeito, empatia, compreensão e expressão de sentimentos, controle de raiva, adaptabilidade, a bondade e independência é um papel muito importante.
O que podemos fazer para criarmos crianças saudáveis e felizes?
O temperamento de uma criança reflete um sistema de circuitos emocionais inatos específicos no cérebro, um esboço de sua expressão emocional presente e futura, e comportamento. Estes podem ou não ser adequados, de modo que a educação deve tornar-se um apoio e guia para elas.
Para a saúde emocional ideal, temos de mudar a maneira como o cérebro se desenvolve. A ideia é que através do amor e da educação emocional, promovamos determinadas conexões neurais saudáveis.
“Ou seja, todas as crianças e todos os adultos partem de características determinadas que têm de ser geridas em conjunto para alcançarem seu bem-estar físico e emocional.”
Por exemplo, o fato de uma criança ser tímida por natureza, muitas vezes faz com que os adultos ao seu redor a superproteja, fazendo com que ela se torne ansiosa e perturbada com a passagem do tempo.
A este respeito, com o que sabemos hoje, a educação emocional requer algum desaprender adulto. Uma criança tímida deve aprender a nomear suas emoções e enfrentar o que a machuca, você não deve sentir que cortamos suas asas porque é vulnerável.
Um adulto deve mostrar empatia sem reforçar seus anseios e as suas preocupações, propondo transformar novos desafios sócio-emocionais que lhes permitam evoluir. Isto é, proteger a sua saúde emocional através do desenvolvimento de seus recursos naturais.
As chaves básicas para uma educação emocional saudável
1. Os especialistas recomendam frequentemente ajudar as crianças a falarem sobre suas emoções como uma forma de entender a si mesmas e aos outros. No entanto, as palavras representam apenas uma pequena parte (10%) do verdadeiro significado que obtemos através da comunicação emocional.
Por esta razão, não podemos ficar sozinhos na verbalização, mas devemos ensiná-las a entenderem o significado da postura, expressões faciais, tom de voz e linguagem corporal de qualquer tipo. Isto irá ser muito mais eficaz e abrangente para seu desenvolvimento.
2. Por anos, tem sido promovido o desenvolvimento da autoestima da criança através de elogios e exaltações constantes. No entanto, isso pode fazer mais mal do que bem. Elogios só ajudam os nossos filhos a se sentirem bem sobre si mesmos se forem relacionados com realizações específicas e com o domínio de novas habilidades.
3. O estresse é um dos maiores inimigos das crianças. No entanto, é um inconveniente com o qual temos de viver, então protegê-las em excesso é uma das piores coisas que podemos fazer. Elas têm de aprender a lidarem com essas dificuldades naturais, de modo a desenvolverem novas vias neurais que lhes permitam adaptar-se ao ambiente em que vivem.
“Não podemos tentar criar nossos filhos em um mundo de inocência e ingenuidade, como a Disney. stress e ansiedade são parte do mundo real e da experiência humana, assim como amor e carinho.
Se tentarmos remover esses obstáculos, vamos evitar a oportunidade de aprendermos e desenvolvermos as capacidades realmente importantes que ajudam as crianças a enfrentarem os desafios e decepções inevitáveis na vida.”
Fonte: La Mente es Maravillosa
Neste sentido, o nosso crescimento emocional dependerá de nossas primeiras trocas emocionais, que nos ensinam o que ver e não ver no mundo emocional e social em que vivemos.
Assim, o campo da nossa infância nos permite semear as sementes do amor de forma natural, o que vai determinar que a capacidade de amarmos e ser amados cresça saudável e nos ajude a crescer.
Se alimentamos as crianças de amor, os medos vão morrer de fome
Amostras de amor e carinho elevam a autoestima em crianças e as ajudam a construir uma personalidade emocionalmente adaptada e inteligente. Ou seja, o nosso amor ajuda-as a gerenciarem medos naturais que surgem em diferentes idades, incentivando um nível saudável de sensibilidade.
As crianças têm uma confiança natural. Na verdade, nos surpreende ante dificuldades insuperáveis e fracassos repetidos, não desistam. Em outras palavras, persistência, otimismo, automotivação e entusiasmo são qualidades inatas.
“Neste sentido, é o mundo, ou melhor, os adultos, que minam a inteligência emocional com a qual nascemos.”
Perceber isso nos ajuda a estarmos cientes de que amarmos nossos filhos e educá-los com respeito, empatia, compreensão e expressão de sentimentos, controle de raiva, adaptabilidade, a bondade e independência é um papel muito importante.
O que podemos fazer para criarmos crianças saudáveis e felizes?
O temperamento de uma criança reflete um sistema de circuitos emocionais inatos específicos no cérebro, um esboço de sua expressão emocional presente e futura, e comportamento. Estes podem ou não ser adequados, de modo que a educação deve tornar-se um apoio e guia para elas.
Para a saúde emocional ideal, temos de mudar a maneira como o cérebro se desenvolve. A ideia é que através do amor e da educação emocional, promovamos determinadas conexões neurais saudáveis.
“Ou seja, todas as crianças e todos os adultos partem de características determinadas que têm de ser geridas em conjunto para alcançarem seu bem-estar físico e emocional.”
Por exemplo, o fato de uma criança ser tímida por natureza, muitas vezes faz com que os adultos ao seu redor a superproteja, fazendo com que ela se torne ansiosa e perturbada com a passagem do tempo.
A este respeito, com o que sabemos hoje, a educação emocional requer algum desaprender adulto. Uma criança tímida deve aprender a nomear suas emoções e enfrentar o que a machuca, você não deve sentir que cortamos suas asas porque é vulnerável.
Um adulto deve mostrar empatia sem reforçar seus anseios e as suas preocupações, propondo transformar novos desafios sócio-emocionais que lhes permitam evoluir. Isto é, proteger a sua saúde emocional através do desenvolvimento de seus recursos naturais.
As chaves básicas para uma educação emocional saudável
1. Os especialistas recomendam frequentemente ajudar as crianças a falarem sobre suas emoções como uma forma de entender a si mesmas e aos outros. No entanto, as palavras representam apenas uma pequena parte (10%) do verdadeiro significado que obtemos através da comunicação emocional.
Por esta razão, não podemos ficar sozinhos na verbalização, mas devemos ensiná-las a entenderem o significado da postura, expressões faciais, tom de voz e linguagem corporal de qualquer tipo. Isto irá ser muito mais eficaz e abrangente para seu desenvolvimento.
2. Por anos, tem sido promovido o desenvolvimento da autoestima da criança através de elogios e exaltações constantes. No entanto, isso pode fazer mais mal do que bem. Elogios só ajudam os nossos filhos a se sentirem bem sobre si mesmos se forem relacionados com realizações específicas e com o domínio de novas habilidades.
3. O estresse é um dos maiores inimigos das crianças. No entanto, é um inconveniente com o qual temos de viver, então protegê-las em excesso é uma das piores coisas que podemos fazer. Elas têm de aprender a lidarem com essas dificuldades naturais, de modo a desenvolverem novas vias neurais que lhes permitam adaptar-se ao ambiente em que vivem.
“Não podemos tentar criar nossos filhos em um mundo de inocência e ingenuidade, como a Disney. stress e ansiedade são parte do mundo real e da experiência humana, assim como amor e carinho.
Se tentarmos remover esses obstáculos, vamos evitar a oportunidade de aprendermos e desenvolvermos as capacidades realmente importantes que ajudam as crianças a enfrentarem os desafios e decepções inevitáveis na vida.”
Fonte: La Mente es Maravillosa
Imagem retirada da internet
segunda-feira
O que andamos a fazer?
Estamos a criar seres humanos que não são ensinados a escolher e depois querem que quando são adultos sejam seres humanos felizes e de sucesso e ainda por cima escolham?!? Estamos a criar robots, seres que não precisam de se mexer, nem pensar, nem querer, nem escolher... está tudo feito para eles usarem e têm de usar daquela forma...Inventou-se uma coisa chamada modelo pedagógico, tipo cartilha e acredita-se nisso... Não há seres humanos iguais... não há tretas de modelos... não há cartilhas... Há pessoas... Temos crianças que se cansam se andam, crianças que se cansam se pensam!
Para que elas parem receita-se a tão famosa Ritalina...Com efeito comparável ao da cocaína, droga é receitada a crianças questionadoras e livres. Professora afirma: “podemos abortar projetos de mundo diferentes”. A criança “sossega”: pára de viajar, de questionar e tem o comportamento zombie like. Uma pediatra conhecida chega a dizer: corremos o risco de fazer um genocídio do futuro. Quem está sendo medicado são as crianças questionadoras, que não se submetem facilmente às regras, e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’. Com isso, o que está se abortando? São os questionamentos e as utopias. Só vivemos hoje num mundo diferente de mil anos atrás porque muita gente questionou, sonhou e lutou por um mundo diferente e pelas utopias. Estamos dificultando, senão impedindo, a construção de futuros diferentes e mundos diferentes.
Sedentarismo físico e mental! Deixem a malta ser, pensar, escolher, procurar, inventar, descobrir, ser criança, tão simplesmente!
Para que elas parem receita-se a tão famosa Ritalina...Com efeito comparável ao da cocaína, droga é receitada a crianças questionadoras e livres. Professora afirma: “podemos abortar projetos de mundo diferentes”. A criança “sossega”: pára de viajar, de questionar e tem o comportamento zombie like. Uma pediatra conhecida chega a dizer: corremos o risco de fazer um genocídio do futuro. Quem está sendo medicado são as crianças questionadoras, que não se submetem facilmente às regras, e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’. Com isso, o que está se abortando? São os questionamentos e as utopias. Só vivemos hoje num mundo diferente de mil anos atrás porque muita gente questionou, sonhou e lutou por um mundo diferente e pelas utopias. Estamos dificultando, senão impedindo, a construção de futuros diferentes e mundos diferentes.
Sedentarismo físico e mental! Deixem a malta ser, pensar, escolher, procurar, inventar, descobrir, ser criança, tão simplesmente!
domingo
sábado
O Medo
O medo é psicológico... É uma forma de nos protegermos do que por qualquer razão ou em algum momento nos fez doer ou porque simplesmente é desconhecido... Mas como diz Caio " para a gente viver de verdade, a gente tem de quebrar a cara. Tem de tentar e não conseguir. Achar que vai dar certo e ver que não deu. (...) A gente perde, leva porrada, é passado para trás, cai". Depois? Depois, nós nos levantamos e fazemos de novo, fazemos diferente, fazemos o que for preciso para o vencer... O medo... Precisamos dele, mas precisamos também de perceber que por vezes ele apenas nos fixa, nos torna imóveis e infelizes nessa imutabilidade. Quando trabalhamos o medo, a vontade, a escolha dentro de nós, aprendemos que conseguimos viver com os medos bloqueadores, que são apenas os bois da cara preta e que nós já aguentamos umas caretas da vida. Se algo te prende e tu percebes que não é para ti, se queres mesmo fazer aquilo, não tenhas medo e voa...
(Se caíres, é passado, fica lá atrás, dói demais, mas passa mais rápido do que quando tiras um penso devagarinho). 🌠
(Se caíres, é passado, fica lá atrás, dói demais, mas passa mais rápido do que quando tiras um penso devagarinho). 🌠
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sexta-feira
Ser Mulher
(Espero ainda não ser hoje que a brigada me apanhe...)
(informo que este post está recheado de generalizações, algo que confesso que não sou nada adepta e afirmo que tenho a consciência de existirem inúmeros casos onde nada disto acontece ou até mesmo o contrário se possa verificar, de qualquer das formas aqui fica o registo...)
Não sendo eu crente, sei que quando lá chegar acima ou abaixo vou ter de ter uma conversa com ele (sim, terá de ser um ele, para não ter planeado a coisa de forma mais equilibrada e conseguir ficar sentado no sofá enquanto inúmeras situações se passam à sua volta, e como homem que será, pensará: ela resolve).
Isto é ser Mulher...
Bem sei que as mulheres "de agora" são seres um bocadinho diferentes, trabalham fora de casa para ter dinheiro para sobreviverem, trabalham fora de casa porque as faz feliz, têm direito a escolher, vejam bem, até a votar. Têm filhos, assim como dantes, mas por vezes até escolhem nunca casar ou se divorciar, porque assim entendem que podem ser mais felizes... mas nunca se esquecem que são mães (avisei das generalizações) e por isso trabalham e até têm uma vida para além de serem mães, porque vejam bem, elas agora até têm direito a isso, a ter uma vida. Bem sei que para trabalharem e principalmente em cargos de chefia ou com algum grau de responsabilidade têm de ser as melhores, pois existem cerca de 4 ou 5 homens menos competentes nos seus calos que ao primeiro vacilo, atingem esse posto, não por mérito, mas por terem um sexo diferente (sim porque para o homem o cérebro está colocado aí)... (Não querendo abusar nas generalizações...)
Bem sei que as mulheres "de agora" são seres um bocadinho diferentes, trabalham fora de casa para ter dinheiro para sobreviverem, trabalham fora de casa porque as faz feliz, têm direito a escolher, vejam bem, até a votar. Têm filhos, assim como dantes, mas por vezes até escolhem nunca casar ou se divorciar, porque assim entendem que podem ser mais felizes... mas nunca se esquecem que são mães (avisei das generalizações) e por isso trabalham e até têm uma vida para além de serem mães, porque vejam bem, elas agora até têm direito a isso, a ter uma vida. Bem sei que para trabalharem e principalmente em cargos de chefia ou com algum grau de responsabilidade têm de ser as melhores, pois existem cerca de 4 ou 5 homens menos competentes nos seus calos que ao primeiro vacilo, atingem esse posto, não por mérito, mas por terem um sexo diferente (sim porque para o homem o cérebro está colocado aí)... (Não querendo abusar nas generalizações...)
Estas que escolhem ser solteiras, ter filhos, que obviamente trabalham, que obviamente são muito boas, não podem pôr o trabalho em primeiro lugar, pois têm filhos, que estão a crescer, precisam de amor, carinho, atenção, dedicação, higiene, roupa e merdas para além de tudo o que é necessário. E sim, não podem ficar no trabalho até estar acabado, pois os filhos, esses sim ficariam mal acabados, cresceriam com dificuldades de amor, ansiedade de separação, entre outras coisas que não me vou alongar agora.
Saem do trabalho e há todo um mundo para fazer, o blá blá que os homens falam... só falam... Sim, TPC's, comida, banhos, conversas, histórias... Tempo, tempo dedicado a eles, para estar, ouvir, sentir... coisas de mulher, vá.
Depois também têm de ter tempo para os mínimos para si própria... espera, os máximos, são mulheres, precisam de ser lindas, jovens, com sorriso na cara e rabo duro... E para isso é preciso? Tempo... Que elas inventam, cabeleireiro, unhas, depilação, ginásio... e muitas vezes psicoterapeuta para ajudar nesta merda do tempo que não estica... Quando é que fazem isto? Oh pá, não sei bem, mas elas conseguem são mulheres "de agora" que escolhem, mas que são tão escravas como antes, de uma escravatura diferente, mas igualmente escravas, escravas de uma perfeição que se não existir o mundo cai... Que se lixe o mundo! Não é bem assim, precisamos de trabalho e dinheiro, porque escolhemos e quem nos escolhe acha que não basta que sejamos mulheres, temos de ser as tais, as super, aquelas que são mesmo boas em tudo para poder fazer o que os que se sentam no sofá fazem de perna cruzada....
Sim são generalizações e sim, o mundo é mais bonito que isto, mas não é para todas e é para essas que escrevo este texto e é para essas que hoje bebi café na auto-estrada, pois sei que o tempo é tão pequeno para o mundo que pretendem engolir... E têm tanto direito a ele!
quarta-feira
Projecto de Felicidade (5)
Como? Mergulha em ti e deixa-te ficar, não perdes tempo, o melhor que te pode acontecer é ganhares-te a ti.
#projectodefelicidade
Imagem retirada da Internet
terça-feira
Ando em arrumações de mim mesma...
O raio das peças espalhadas que não encaixam em lado nenhum acabam por deixar marcas que fazem ouvir as vozes: o que tens? Merda, é o que tenho, merda a mais espalhada... Faz mal à alma, ao físico, aos olhos e ouvidos. Merda, sim vai à merda, onde pertences... Lá é o teu lugar, percebes? Sabes aquele cocó que o Nuno Markl fez? Mesmo esse, é tão linda, faz-lhe companhia e deixa-me em paz... Isso ignora... é o que o ser humano melhor sabe fazer, ignorar, ser avestruz e tu de tanto conviveres com ele aprendeste a fazê-lo na perfeição. Estás surda? Porque não me espanto! Outra qualidade fabulosa do ser humano, fazer-se de surdo, de cego, de acéfalo... Olha assim como tu! Mas posso ter de dar várias voltas ao pinhal, ter de trepar paredes, pendurar-me no candeeiro, mas tu vais para o sítio onde pertences! Vais para a merda... no fundo vais ser aquilo que todos nós deveríamos ser... o que realmente somos! (Eu juro que há dias que gostava de ser acéfala).
segunda-feira
Projecto de Felicidade (4)
Lá venho eu vos propor uma reflexão, mas se isto de reflectir não é a vossa "onda" desçam o cursor, o que existe mais por aí é posts sobre assuntos interessante ;) já se deram conta da quantidade de energia que perdem em coisas mal resolvidas que ficam na vossa mente, conflitos desnecessários, tons de voz que conduzem a consequências muito diferentes do desejariam, posturas diárias de resignação que influência a vossa disponibilidade para exercitar o que vos faz feliz? Tenho a certeza que sim... É para isso que serve o projecto de felicidade, reflectindo sobre cada ponto, podemos direccionar a nossa, somente a nossa para onde realmente ela tem efeitos positivos.
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domingo
Projecto de Felicidade (3)
Para sermos felizes precisamos de energia para continuarmos a exercitar aquilo que sabemos que nos faz feliz... Em quantas coisas perdes energia necessária? Não dormindo? Não fazendo exercício? Vivendo num ambiente desorganizado física e visualmente? Acumulando tarefas que se prolongam no tempo? Não deixando espaço para o que te faz feliz, torna-se difícil ser mais feliz... Há alguma coisa na tua vida que podes alterar para teres ganhos de energia? É assim tão difícil inúmerar num papel e fazendo certos, quando concluídos? Que tal começares hoje?
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sábado
Projecto de Felicidade (2)
O que é a felicidade? Para mim, não se define, não é possível, apenas se sente, quando ela surge não há como não perceber... Acredito que mais do que a genética a nossa felicidade é decidida por nós, sob a forma como pensamos e agimos. Mas como alcançá-la? O que podes fazer para ser mais feliz? Acredito também, como Epicuro, que devemos exercitar o que nos faz sentir mais felizes... Sabes o que precisas exercitar? Um dos factores que preciso de exercitar é a minha capacidade de adaptação à adversidade, às situações menos boas que me poderão conduzir à frustração e por consequência a pensamentos e actos que me tornam menos feliz... Para exercitar podemos decompor em pequenos pensamentos e acções onde isso se verifica e colocar objetivos de melhoramento... Quando exercitamos podemos falhar e não te preocupes se os outros não entendem ou não te apoiam, o projecto é teu... Mas acima de tudo não te recrimines por isso, compromete-te a fazer melhor para a próxima...
Já refletiste num? Podes começar apenas por um...
Já refletiste num? Podes começar apenas por um...
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sexta-feira
Projecto de Felicidade
Já pensaste no teu? Vamos pensá-lo juntos? O teu será consideravelmente diferente do meu, diferentes valores, situações, interesses... mas acredito que a partilha nos permita chegar mais longe... Nada como começar... O que queres da vida afinal? Já pensaste nisso? O que podes melhorar, mudar? A tua vida é A, mas é essa que queres? Tu és essa pessoa? Tudo se resume a isto? Percebes o que tens, o que és? Dás valor? Como lidas com as contrariedades do dia-a-dia? O que realmente te interessa, o que é importante para ti? Se sentes que não és tão feliz como poderias ser, só tu podes fazer com que ela se altere...
terça-feira
O que é realmente importante?
"As espécies que sobrevivem não são as mais fortes, e sim as que rapidamente se adaptam às novas condições" Darwin
Só desistas do que é importante depois de morreres a tentar... Mas no momento em que não conseguires sentir qualquer sinal vital, não percas muito tempo no velório... Segue em frente e deixa o que está vivo comandar.
Só desistas do que é importante depois de morreres a tentar... Mas no momento em que não conseguires sentir qualquer sinal vital, não percas muito tempo no velório... Segue em frente e deixa o que está vivo comandar.
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