A fenda redonda deixa vislumbrar a temida chegada.

A força com que bate, não deixará a barreira de pé.
Olho a janela, o precipício não permite que fujas.
Estendo-te as mãos vazias de solução, deito a minha cabeça por cima da tua, aferrolho os olhos e deixo correr a última lágrima por cima dos teus cabelos já cansados.
Despeço-me de ti, caminho para a porta e deixo o intruso entrar.
Fecho a porta e percebo, foi a última vez que te vi.
